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Irmandade Muçulmana disse que pelo menos 31 pessoas morreram na
madrugada de sábado (27) após as forças de segurança atacarem um grupo
de manifestantes pró-Morsi no Cairo. "Eles não estão atirando para
ferir, eles estão atirando para matar", disse o porta-voz da Irmandade
Muçulmana, Gehad El-Haddad. Segundo ele, os manifestantes mortos foram
atingidos na cabeça e no peito. A violência explodiu durante uma vigília
de apoiadores de Morsi, na periferia de Cairo. Mohammed Morsi foi
expulso do poder no início deste mês por militares após protestos em
massa contra o seu primeiro ano de mandato. A estação de televisão do Egito Al
Jazeera mostrou médicos tentando desesperadamente reanimar as vítimas
que chegam em um hospital de campo da Irmandade Muçulmana em Rabaa
al-Adawiya, uma mesquita no nordeste do Cairo.
El-Haddad disse que a polícia começou a disparar repetidas bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes em uma estrada perto da mesquita, por volta das 3h (horário local). Pouco tempo depois, a munição real ser disparada, atingindo as pessoas de perto. O derramamento de sangue ocorre um dia depois de apoiantes e opositores de Morsi fazerem comícios rem todo o país, trazendo centenas de milhares de pessoas para as ruas e acirrando as profundas divisões dentro do país mais populoso do mundo árabe. Mais de 200 pessoas morreram em decorrência da violência desde a derrubada de Morsi, a maioria deles partidários da Irmandade Muçulmana. As Forças de Segurança ainda não se pronunciaram sobre as mortes na madrugada deste sábado. (Reuters)
El-Haddad disse que a polícia começou a disparar repetidas bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes em uma estrada perto da mesquita, por volta das 3h (horário local). Pouco tempo depois, a munição real ser disparada, atingindo as pessoas de perto. O derramamento de sangue ocorre um dia depois de apoiantes e opositores de Morsi fazerem comícios rem todo o país, trazendo centenas de milhares de pessoas para as ruas e acirrando as profundas divisões dentro do país mais populoso do mundo árabe. Mais de 200 pessoas morreram em decorrência da violência desde a derrubada de Morsi, a maioria deles partidários da Irmandade Muçulmana. As Forças de Segurança ainda não se pronunciaram sobre as mortes na madrugada deste sábado. (Reuters)













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