Desde o
início da semana, a ex-dançarina e apresentadora Scheila Carvalho tem
sido continuamente humilhada pelas atitudes do marido, o cantor Tony
Salles. Porém, mesmo apanhando calada e sem saber de absolutamente nada,
a morena pode acabar sendo a grande beneficiada pela polêmica que
envolve seu nome e arruína seu casamento. O moreno assumiu quetraiu a
mineira e não é de hoje. Por sua vez, a pivô da polêmica, a ostentadora
de bens Kamyla Simioni, sugeriu que as escapadas acontecem já há tempos.
Enquanto isso, Scheila de nada sabe enquanto está confinada no interior
de São Paulo participando do reality show “A Fazenda”, da Record. E é
exatamente por isso que, no fim das contas, a ex-morena do Tchan pode
ser a grande beneficiada nesta história.
Não é novidade para ninguém que o brasileiro tem uma preferência afetiva pelos tipos que estão em situação de fragilidade diante de outros. Nos reality shows, então, 10 anos de tradição recente no país mostram inúmeros casos de “párias” sendo abraçados pela audiência e mandando para casa, semana após semana, “opressores” que estavam confinados juntos a nossos “heróis”. O leitor quer exemplos? No Big Brother Brasil, diversos “patinhos feios” – incluindo-se aí piriguetes, garotas intelectualmente deficientes, fortões abobalhados, pessoas humildes e homossexuais – foram “adotados” pelo Brasil e, no fim das contas, venceram o programa ou chegaram bem longe na disputa. A lista inclui Kléber Bambam, Jean Wyllys, Cida, Maria Melilo, Solange 'Iarnuou', Sabrina Sato e outros que foram longe exatamente pelo perfil “coitadinho” que o brasileiro tanto gosta.
Não é novidade para ninguém que o brasileiro tem uma preferência afetiva pelos tipos que estão em situação de fragilidade diante de outros. Nos reality shows, então, 10 anos de tradição recente no país mostram inúmeros casos de “párias” sendo abraçados pela audiência e mandando para casa, semana após semana, “opressores” que estavam confinados juntos a nossos “heróis”. O leitor quer exemplos? No Big Brother Brasil, diversos “patinhos feios” – incluindo-se aí piriguetes, garotas intelectualmente deficientes, fortões abobalhados, pessoas humildes e homossexuais – foram “adotados” pelo Brasil e, no fim das contas, venceram o programa ou chegaram bem longe na disputa. A lista inclui Kléber Bambam, Jean Wyllys, Cida, Maria Melilo, Solange 'Iarnuou', Sabrina Sato e outros que foram longe exatamente pelo perfil “coitadinho” que o brasileiro tanto gosta.
Outro
exemplo está no antigo “No Limite”. A primeira vencedora do reality,
que tinha uma série de duras provas de resistência e sobrevivência, foi a
maquiadora gordinha Elaine, considerada o “peso morto” na disputa
exibida na década passada. No próprio reality “A Fazenda” já houve
situação parecida, quando Dado Dolabella e Viviane Araújo venceram as
edições 1 e 5, respectivamente. O primeiro, eternamente envolvido em
confusões, conseguiu convencer a audiência que era um injustiçado. Já
Viviane sofreu preconceito na fazenda e, ao mesmo tempo, também sofria
com as atitudes do ex, o pagodeiro belo, que nunca deixou de humilhá-la
direta e indiretamente. A bola da vez, portanto, é de Scheila Carvalho.
Quanto mais a baixaria se estende, mais força a mineira-baiana ganha
dentro do programa, ainda que nem faça ideia disto. Ao ser cada vez mais
“arrastada na lama”, é grande a possibilidade do público assumi-la como
a “injustiçada” da vez e desejar presenteá-la com uma “compensação” de
R$ 2 milhões - prêmio máximo do programa - pela possível destruição de
sua família. Com Tony Salles, Scheila tem um filho e um casamento
relativamente longo. (Bocão News)













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