Líder grevista da PM baiana, vereador Prisco está entre os revoltosos |Foto: AC
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de 300 policiais militares, civis e bombeiros invadiram na tarde desta
terça-feira (20) o Salão Verde da Câmara dos Deputados para pedir a
votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda a Constituição (PEC
300), que estabelece o piso salarial nacional das categorias. O
protesto, que começou na Esplanada dos Ministérios se estendeu para
dentro da Casa. Seguranças ainda tentaram impedir a entrada dos
manifestantes, mas não conseguiram. Após a invasão, o presidente
Henrique Eduardo Alves (PMDB) aceitou receber uma comissão para negociar
a saída pacífica deles e marcar uma data para a votação da proposta.
Representantes de várias categorias ligadas a saúde também tentaram
invandir o Congresso nesta terça. De acordo com reportagem do Correio
Braziliense, cerca de 150 pessoas chegaram a forçar a entrada pela
chapelaria da Câmara, mas policiais militares atiraram spray de pimenta e
conseguiram dispersar o grupo. Porém, cerca de 10 terapeutas
ocupacionais tiveram acesso ao local por outras entradas e também
invadiram o Salão Verde pedindo a manutenção dos vetos presidenciais da
regulamentação do exercício da medicina, o chamado “Ato Médico”, que
será votado ainda nesta noite. Além disso, índios ocupam os corredores
próximos as salas onde são debatidas as comissões. Grupos contra e a
favor da demarcação das terras indígenas protestam entre os funcionários
do local.













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