Escolhido
pela Polícia Civil para traçar o perfil psicológico do estudante
Marcelo Pesseghini – suspeito de matar os pais, a avó e uma tia-avó
antes de cometer suicídio em São Paulo –, o psiquiatra forense Guido
Palomba afirmou nesta segunda-feira (2) ter convicção de que uma "doença
mental" levou o adolescente a cometer os crimes. Segundo o
especialista, que trabalha inicialmente com base em cerca de 50
depoimentos de testemunhas, o caso só pode ser explicado se for admitida
a possibilidade de uma psicopatologia. "O que eu já tenho dito desde o
primeiro momento, antes mesmo de começar a trabalhar no caso, é que esse
crime dele só pode ser compreendido se nós dermos uma 'pitada', digamos
assim, se admitirmos que ele tinha um estado mental anormal, ou seja,
uma doença mental", afirmou Palomba.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
9/02/2013 05:55:00 PM
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'Doença mental' levou adolescente a matar família de PMs, diz psiquiatra
02 de Setembro de 2013













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