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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sentença do caso New Hit deve sair até dezembro, estima advogado

19 de Setembro de 2013
  • A sentença do caso envolvendo nove integrantes da extinta banda de pagode New Hit e um policial militar deverá ser proferida pela juíza Márcia Simões, titular da Vara Crime da Comarca de Ruy Barbosa, até o mês de dezembro. A estimativa é do advogado Leite Matos, que defende um dos réus. "Agora a defesa e a acusação têm cinco dias para requerer ou não diligências. Depois são feitas as alegações finais. A juíza vai ler, avaliar todas as peças e dar uma decisão justa", explica Matos. Por meio de nota, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) também destacou a impossibilidade da sentença ser determinada pela juiza logo depois da audiência. "Após essa fase processual com o interrogatório dos réus, não será possível a prolação imediata de sentença da magistrada, uma vez que o Ministério Público do Estado da Bahia e os advogados que representam os réus poderão requerer diligências (possíveis provas complementares)". Após esta fase, defesa e acusação apresentam as suas alegações finais por escrito à juíza.  A partir daí a juíza irá analisar o caso e proferir a sentença. 
Os músicos são acusados de abusar sexualmente de duas adolescentes após um show no ano passado. Na terça-feira (17) e quarta-feira (18) foram realizadas audiências de instrução no Fórum de Ruy Barbosa. Durante essa fase do processo, a juíza responsável pelo caso, os advogados de defesa e a promotora de Justiça Marisa Jansen interrogam supostas vítimas, acusados e testemunhas. A previsão inicial era de que as audiências fossem realizadas até esta quinta-feira (19). Leite Matos avalia como positiva a audiência de instrução e acredita na inocência dos réus. "Acredito na prova do processo. Acho que ela é muito rica. A juíza não permitiu que houvesse qualquer tipo de ameaça. Todas as testemunhas que foram ouvidas deram depoimentos isentos. Eu tenho certeza que a verdade real saiu", afirma. O G1 procurou a promotora Marisa Jansen na manhã desta quinta-feira para comentar o caso, mas foi informado que ela estava em audiência. No primeiro dia de audiência foram ouvidos seis ex-integrantes da banda, além do policial militar que acompanhava o grupo no dia do ocorrido. Já no segundo dia foram interrogadas outras três pessoas. Elas responderam às perguntas da juíza Márcia Simões e dos advogados de defesa, mas preferiram usar o direito constitucional de permanecer em silêncio diante das perguntas da promotora de Justiça Marisa Jansen, informou o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

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