26 de Outubro de 2013
Cerca de 2 mil professores reunidos, nesta sexta-feira (25), em
assembleia decidiram encerrar a greve na rede municipal do Rio de
Janeiro. A decisão foi apertada, com menos de 200 votos de diferença
entre a proposta vencedora e a que defendia a continuação da
paralisação. Os professores chegaram à assembleia divididos. Foram
necessárias duas votações para definir os rumos do movimento grevista.
Na primeira, não foi possível definir por contraste a posição da
categoria. Os professores, então, contaram os votos um a um: o placar
ficou em 1.085 a 888. A reunião, que durou cinco horas, teve momentos de
tensão. Uma mulher, que vestia camisa de aluna da rede municipal, foi
agredida. Três homens, acusados de estarem infiltrados na assembleia,
foram expulsos pelos professores. Outro homem que estava ao lado deles
foi acusado também, mas mostrou o contracheque, comprovando ser
funcionário da rede. Foram necessárias duas votações para definir os
rumos do movimento grevista. Na primeira, não foi possível definir pelo
contraste de braços erguidos. Os professores, então, contaram os votos
um a um: o placar ficou em 1.085 a 888. Em protesto contra o acordo
assinado pelos professores em audiência de conciliação intermediada pelo
ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), alguns usavam
adesivos com a inscrição "fomos vendidos" ou "fomos negociados". As
aulas foram suspensas em 8 de agosto e chegaram a ser retomadas em
setembro. Mas a categoria retomou a greve depois que a Câmara de
Vereadores aprovou plano de cargos e salários proposto pelo prefeito
Eduardo Paes (PMDB). Para os professores, o plano só beneficia 10% da
categoria - os docente com carga horária de 40 horas semanais. (Agência
Estado)













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