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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

'A música erudita existe porque ninguém sobrevive com junk food', diz Badi Assad

14 de Novembro de 2013  Postado por: jrnewsbahia 

'A música erudita existe porque ninguém sobrevive com junk food', diz Badi Assad
A maternidade foi uma experiência arrebatadora para a cantora, compositora e instrumentista paulista Badi Assad. Depois de cinco anos da experiência inédita de ser mãe, Badi lançou "Amor e Outras Manias Crônicas", seu 11º álbum e primeiro composto somente por canções de autoria própria. A experiência lhe rendeu o prêmio de Melhor Compositora de 2012 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). "Dei minha cara a bater e fui bem acolhida. Então foi um aval bem importante", avaliou, em entrevista ao Bahia Notícias. Apesar dos recorrentes elogios e reconhecimento da crítica, Badi diz não se importar com o que o público especializado costuma falar sobre seus trabalhos. “Eu tenho uma segurança muito grande na qualidade do meu trabalho e no que eu apresento, seja para o crítico, seja para o público em geral. Acho que tudo que faço está muito conectado ao meu crescimento tanto espiritual, quanto humano. E eu nunca me preocupei muito com o que iriam achar do meu trabalho, já que sempre tinha certeza à época do lançamento que era exatamente aquilo que queria mostrar", explicou. De formação erudita, hoje Badi se vê muito mais cantora e compositora que violonista. Para ela, sempre foi importante se mostrar, e não gostou de ficar escondida atrás do instrumento. Nos dias 6 e 7 de dezembro, a cantora apresenta “Amor e Outras Manias Crônicas” em show voz e violão na Sala do Coro do TCA. Esta é a segunda apresentação de Badi em Salvador este ano. Na primeira vez, apresentou também no teatro, ao lado do Balé do TCA, o espetáculo “A Quem Possa Interessar”. O que era para ser uma participação especial virou um encontro inédito e delicado. Pela primeira vez, Badi fez ao vivo a trilha para um espetáculo de dança. “O que mais me aproximou da dança em toda a minha carreira foi este trabalho com o Balé do Teatro Castro Alves (BTCA), no qual eu substituo a voz gravada da trilha do espetáculo, fico no meio do palco, em meio aos bailarinos”, contou. Leia a entrevista na íntegra na Coluna Cultura.

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