O professor universitário Dyogenes Costa, da
Faculdade da Cidade do Salvador, foi vítima de um ataque promovido por
uma moradora do Centro da cidade, após sair de uma boate no último
domingo, 10. Segundo Costa, que relatou o acontecido em seu perfil no
Facebook, a mulher teria ateado fogo contra ele depois de uma discussão
por conta de uma cobrança ilegal pelo estacionamento do seu carro. "Ao
questioná-la, a agressora jogou álcool em mim e na sequência acendeu o
fogo com o isqueiro que estava em seu poder", escreveu ele, que saía da
Boate Tropical, que fica na Gamboa de Cima.Por
conta do fogo, o professor teve um dos braços e outras partes do corpo
queimados. "Meu companheiro me ajudou a livrar-me daquela situação,
retirando a camisa que queimava. O resultado disso é que hoje me
encontro com uma queimadura de 2º grau no meu braço direito e outras
partes do corpo", afirmou ele, no Facebook. O
professor registrou a ocorrência na 1ª Delegacia (Barris). A reportagem
do Portal A TARDE tentou falar com o delegado responsável, mas ele não
se encontrava até a publicação da reportagem.Em
comunicado, a Boate Tropical lamentou o incidente com Costa: "A boate
Tropical vem a público lamentar o incidente ocorrido no último domingo,
dia 10 de novembro, por volta das 6h, entre o ex-funcionário da boate e
atual professor da Faculdade da Cidade do Salvador, Dyogenes Costa, e a
moradora Cláudia Virgínia, que resultou em agressão física entre os
dois".
Ainda em nota, a boate informou que "Dyogenes deslocava-se da boate em direção ao carro, que encontrava-se estacionado próximo à residência da moradora, na Gamboa de Cima, há cerca de um quilômetro de distância da boate Tropical, quando a briga aconteceu". O estabelecimento disse ainda que, apesar do incidente ter ocorrido fora do estabelecimento, "serão adotadas todas as providências necessárias para que o incidente não venha acontecer novamente". A reportagem não conseguiu localizar a moradora para que ela pudesse falar sobre a acusação. (ATarde)
Ainda em nota, a boate informou que "Dyogenes deslocava-se da boate em direção ao carro, que encontrava-se estacionado próximo à residência da moradora, na Gamboa de Cima, há cerca de um quilômetro de distância da boate Tropical, quando a briga aconteceu". O estabelecimento disse ainda que, apesar do incidente ter ocorrido fora do estabelecimento, "serão adotadas todas as providências necessárias para que o incidente não venha acontecer novamente". A reportagem não conseguiu localizar a moradora para que ela pudesse falar sobre a acusação. (ATarde)













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