por Andreza Matais | Agência Estado
Pizzolato foi condenado pelo STF no processo do mensalão
O
processo de extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil
Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão pelo Supremo
Tribunal Federal (STF), só pode ser iniciado quando a Polícia Federal
(PF) descobrir seu paradeiro. Isso porque é a PF que informa ao
Ministério da Justiça que encontrou um foragido, o que permite começar
um processo de extradição. A PF, porém, afirma que ainda não sabe a
localização de Pizzolato. A prisão dele foi decretada no final da última
semana. Mas a Polícia Federal não confirma nem mesmo se ele realmente
viajou para a Itália, como afirmou o condenado em nota divulgada no
final de semana. Ou seja, o Brasil pode nunca iniciar o processo de
extradição, caso Pizzolato não seja encontrado. A PF pediu a colaboração
da Interpol, segundo interlocutores, por ser considerada uma das
hipóteses a fuga para o exterior. Os órgãos públicos ainda têm dúvidas
sobre quem deve iniciar o processo de extradição, caso o condenado seja
localizado. O Ministério Público Federal entende que cabe à instituição
pedir a extradição ao Supremo Tribunal Federal (STF) que, por sua vez,
solicita ao Ministério da Justiça. Mas há quem entenda que o Ministério
da Justiça é o responsável por todo o processo.













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