Foi-se o tempo que a Síndrome de Down era vista como uma doença incapacitante. Prova disso pôde ser vista no filme brasileiro Colegas, do diretor Marcelo Galvão, que retrata a amizade e as loucuras vividas por três jovens “especiais”. Com Down, os protagonistas e boa parte do elenco mostram que a doença não os impede de sonhar, viver, rir, chorar e viajar, ou seja, ter uma vida normal. E esta é a realidade que terá o filho do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e de sua mulher, Renata de Andrade Lima Campos. A síndrome de Down é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também é conhecida como trissomia 21. Por ser uma doença com alteração cromossômica, é possível realizar um diagnóstico pré-natal (antes do nascimentos do bebê) utilizando diversos exames clínicos, assim como aconteceu com o casal Campos. Os médicos só confirmaram o que já estava pré-diagnosticado há algum tempo. Atualmente, sabe-se que a maternidade tardia aumenta o diagnóstico de Síndrome de Down, ou seja, a doença é mais frequente a partir dos 35 anos, quando os riscos da doença aumentam de forma progressiva. Segundo a ginecologista Paula Bortolai, especialista em Reprodução Humana da Criogênesis, os cuidados com uma gestação nesta faixa etária devem ser intensificados, pois os riscos à saúde são maiores. Abortos e bebês prematuros, em decorrência de complicações como diabetes e hipertensão, são alguns dos riscos, assim como, a ocorrência de doenças genéticas, dentre elas, a Síndrome de Down.(Isto É Saúde)
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
1/30/2014 08:26:00 AM
Sem Comentarios
Maternidade tardia aumenta diagnóstico de Síndrome de Down
30 de Janeiro de 2014 Postado por: jrnewsbahia:













0 comentários:
Postar um comentário