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terça-feira, 8 de julho de 2014

Desde início da Copa, PF impediu entrada de 267 estrangeiros no país

08  de  julho  de  2014   Postador  por   jrnewsbahia: 
Desde o início da Copa do Mundo no Brasil, em 12 de junho, a Polícia Federal impediu a entrada no país de 267 estrangeiros, entre eles integrantes de torcidas violentas, investigados por diversos crimes no exterior e um integrante de uma lista que reúne suspeitos de pedofilia. O número computa os proibidos de ingressar em território nacional até a segunda-feira (7). Os impedidos de entrar são procedentes de 26 países. Os torcedores foram barrados devido à integração de policiais internacionais em um centro de cooperação montado pela PF em Brasília, com o objetivo de acelerar o intercâmbio de informações durante a Copa. O local reúne 220 policiais das outras 31 nações que fizeram parte do Mundial, mais cinco países convidados, além de integrantes da Interpol (polícia internacional), ONU e outros organismos. Segundo a PF informou, dentre os 267 estrangeiros que foram barrados, 44 tinham os nomes listados como integrantes de torcidas barra bravas argentinas por atuarem com violência em jogos. 33 deles nem passaram pelo posto da alfândega em Uruguaiana (RS). Os nomes dos bloqueados integravam a listagem de 1.500 torcedores violentos que foi repassada pelo governo argentino às autoridades brasileiras antes do Mundial. Desde então, postos de fronteira, principalmente no Rio Grande do Sul, e também nos aeroportos, fazem checagens no momento de ingresso de argentinos. Desde 22 de maio, está em vigor no país uma portaria que proíbe o ingresso em território nacional de pessoas que tenham sido condenadas por crimes relacionado à pornografia ou a exploração sexual de crianças e adolescentes. Da listagem internacional, feita em parceria com 180 países, apenas um suspeito de pedofilia foi impedido de entrar: ele era norte-americano, tinha intenção de acompanhar os jogos da Copa do Mundo, mas teve que voltar para casa. Os demais impedidos de entrar no país são torcedores de outros países com suspeita de ligação a atos de violência em estádios, além de casos estrangeiros com documentação irregular ou incompleta para imigração e ausência do visto. (G1)

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