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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Madrasta de Bernardo chora e nega injeção letal

21  de  julho  de  2014   Postador  por   jrnewsbahia:
Oito dias depois do encontro do corpo do menino Bernardo Boldrini, e do depoimento no qual a assistente social Edelvania Wirganovicz confessou ter participado do assassinato do menino, a madrasta e principal suspeita do crime, a enfermeira Graciele Ugulini, chorava ao ser interrogada na Delegacia de Três Passos, no noroeste do Rio Grande do Sul. Em imagens gravadas pela Polícia Civil e obtidas nesta semana pelo Fantástico, ela negou ter aplicado uma injeção letal, e diz que a morte foi decorrente de uma superdosagem de remédios que ela havia dado ao menino. "Nunca tive intenção de fazer uma coisa dessas. Devia ter contado antes. Não contei para ninguém. Não sei como consegui guardar isso comigo", disse Graciele. Quando prestou o depoimento, a enfermeira ainda estava na mesma delegacia onde foi preso também o pai do menino, o médico Leandro Boldrini. O corpo de Bernardo foi localizado no dia 14 de abril enterrado em um matagal na área rural de Frederico Westphalen, a cerca de 80 km de Três Passos, onde ele residia com a família. O menino estava desaparecido desde 4 de abril. O pai, a madrasta, a amiga dela, e o irmão da amiga, Evandro Wirganovicz, são os réus pelo assassinato.

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